quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Aquelas idas e vindas da depressão

Olá, gente.

Me desculpem pela ausência. Eu estou tentando organizar minha vida, a faculdade, as contas, os cães e os cuidados domésticos. Não tenho conseguido me organizar como gostaria para postar aqui.

Eu queria falar hoje sobre, como o título da postagem diz, as idas e vindas da depressão. Obviamente será um texto reflexivo, que eu espero que possa ajudar alguém, talvez, ao menos a entender o que pode ter dentro de si. Ou não.

Acredito que já falei disso em algum outro momento, mas talvez hoje eu consiga organizar melhor. Esse tema tem estado na minha cabeça porque, como deve dar para concluir, minha depressão tinha dado um tempinho mas está aqui batendo na porta de novo.


Já li e vi muitos artigos e tirinhas que falam da depressão e outros transtornos como monstrinhos que aparecem e somem meio que ao seu bel-prazer. É realmente assim como me sinto e como as pessoas que conheço que têm problemas parecidos se sentem. Em um momento as coisas estão bem e sob relativo controle, e de repente não está mais. Dizem que dá para ir aprendendo a driblar ou lidar com esse monstrinho - ou cachorrinho preto.Como tutora de um cachorrinho preto muito lindo e alegre, prefiro a metáfora do monstro.

Acredito que a existência de algum transtorno leva automaticamente a uma auto-introspecção ou auto-análise, de alguma forma. Porque simplesmente, para lidar com esses problemas, é preciso um baita auto-conhecimento sobre si mesmo.

É preciso um esforço diário, consciente e cansativo para viver normalmente todos os dias. Eu, por exemplo, preciso colocar despertador para a hora de dormir. Porque do contrário avanço pela madrugada e não durmo na hora certa. E ainda assim, preciso me vigiar para respeitar o despertador. É comum que mesmo em dias produtivos e felizes, eu esqueça de comer (sinta fome, mas não ache importante ir comer) ou de tomar banho (me percebo suja mas simplesmente não encaixo no meu cotidiano um horário). A necessidade de uma rotina saudável é enorme, para alguém com transtornos psicológicos, mas quanto pior a pessoa está, mais difícil é manter essa rotina.

Então o que acontece?

O esforço diário pode levar a acordar cedo, comer, cumprir obrigações, etc. Mas não acaba em um único dia. Tem o seguinte, e o seguinte, e o seguinte... E é estressante quando tomar banho, ou beber água, ou comer, não são mais reações exatamente automáticas de se ter. Elas são relaxantes e fazem bem, mas ao mesmo tempo estressam pela vigia que exigem.

Naturalmente, pela própria lei da inércia, ao começar a agir, continuar agindo se torna progressivamente mais fácil. Mas com limites. Essa progressão não é eterna e sempre ascendente. Em muitas vezes, uma pessoa depressiva pode acabar travando por algum motivo que nem ela sabe. E esse motivo pode inclusive ser o cansaço. Daí a importância do auto-conhecimento.

O tal monstrinho, para muita gente, realmente é um tanto aleatório. Ele não age baseado na lógica, ou em qualquer sentido perceptível. Aviso que atualmente tenho visto o crescimento de uma corrente que define como depressão apenas a tristeza/melancolia crônica que só pode ser tratada com remédios (que é puramente química, portanto), mas que neste texto estou usando o conceito mais abrangente. Enfim, a falha química pode ser uma razão para o tal monstrinho ser muito aleatório, e a pessoa se ver sem defesas e sem saber os motivos. No entanto, para os casos que não são bioquímicos, muitas vezes a pessoa tinha algum problema que nem mesmo percebeu.

A cada crise depressiva eu tenho aprendizados sobre mim. Não é agradável, não é fácil, muitas vezes nem mesmo é produtivo. Mas leva invariavelmente a um auto-conhecimento. Aos poucos, por exemplo, eu fui entendendo quando eu poderia exigir mais de mim e ignorar a melancolia; e quando não era nada aconselhável fazer isso. Quando realmente eu estava exigindo demais de mim ou quando simplesmente tive muito medo de seguir em frente. Descobri que escrever narrativas, ou cantar, ou desenhar, são ações terapêuticas para eu lidar com minha melancolia - mas que ao mesmo tempo preciso de disciplina para me acostumar a fazer essas coisas. Para dar atenção a elas.

Descobri que tentar criar um conteúdo - qualquer que seja - ajuda muito a lidar com esses problemas. Sair de casa, mesmo que para ir até o jardim, ou a padaria da esquina, muitas vezes pode ser dar uma chance para o seu dia melhorar. Ou pelo menos para você se distrair. Mas às vezes essas saídas só serão uma distração superficial e para você se sentir melhor, você precisa efetivamente resolver um problema (ou vários). Há coisas sobre as quais se estressar só será improdutivo e uma queda no abismo.

É comum que eu me perca em pensamentos, por dias às vezes, apenas me perguntando porque uma quebra aconteceu. Pensar demais também pode dar problema. É preciso pensar para se entender, mas não exagerar, porque vai piorar tudo. Essa auto-análise no geral não deveria vir com culpa, mas sempre vem.

Como alguém que sofre de depressão desde os 15 anos, época ainda de formação de identidade e outras coisas, faço as contas de que faz 8 anos que convivo com isso de forma diagnosticada. É fácil perder a própria identidade. Por anos eu acreditei realmente que simplesmente sou uma pessoa irritadiça e esquecida, mas em pesquisas neste ano descobri que essas duas características podem ser sintomas de depressão. E quando eu era mais nova eu não me lembro de ser irritadiça ou tão esquecida assim. A gente assume como natural nosso algumas coisas que não são, que são adquiridas. Acredito que tanto porque nos acostumamos com essas características quanto porque é mais fácil crer que simplesmente nascemos com aquilo.

É muito desconfortável às vezes não ter noção de como seria a minha identidade sem depressão, justamente porque atualmente existem sintomas que eu não saberia apontar como sintomas. Dá uma impressão de perda de identidade, que pretendo abordar melhor em outra postagem, porque acho que deve ter muita gente passando pelo mesmo.

Dá para afastar uma crise de depressão, sabendo estratégias e se conhecendo. Mas não é sempre que dá certo e, também, não é sempre que precisa dar certo. Às vezes tudo que seu organismo precisa é de uma crise de choro, uma barra de chocolate, um seriado legal e um copo de água para reidratar. E daí dá para seguir com a vida mais ou menos normalmente.

Eu percebo que minha tristeza vem muito mais de me sentir inútil, de não ser produtiva, do que por estresse com excesso de coisa para fazer. Ou às vezes vem até de uma reação ao medo: quando tenho muita coisa a fazer, me apavoro e fico paralisada diante daquilo. Então tenho muito a fazer e me sentindo improdutiva.

Uma coisa difícil é manter a vigia. Não esquecer de vigiar. Já me aconteceu de me vigiar por todo um semestre para ir às aulas da faculdade e, no fim, acreditei que seria fácil fazer o trabalho final e relaxei. Acabei rodando a matéria porque não entreguei o trabalho.

Às pessoas cuja depressão se manifesta de vez em quando (ou frequentemente): é natural tropeçar, é natural não dar conta e cair. Traz cansaço. Pessoalmente tem horas que quando estou em crise depressiva de novo eu choro e me pergunto se em algum dia conseguirei vencer isso. Se um dia não terei mais que ter que lidar com tudo isso. Dá vontade de desistir, mas a opção de desistir é drástica demais.

Abraços a vocês, prometo voltar logo.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

O ódio que anda por aí

AVISO: ao terminar o texto, eu notei que ele saiu totalmente diferente do que eu tinha imaginado. 
Eu realmente queria ter escrito de forma a manter um tom leve e otimista, e não falar muito profundamente sobre tudo que falei. Mas foi assim que minha postagem saiu e, por respeito a tudo que saiu, pois creio que era o que eu precisava falar, essa postagem saiu assim sem grandes revisões. De qualquer forma, peço desculpas por não ter conseguido abordar o tema de forma leve.


Olá, pessoas!

Então, papo um pouquinho diferente aqui hoje, suponho.

Eu no geral nunca me remeti muito a coisas além do meu micro-universo, creio: comida que fiz, foto que tirei, passeios dados... Mas neste meu tempo distante do blog eu acabei me envolvendo cada vez mais em debates sobre minorias sociais. E, além disso, creio que na época em que eu era mais ativa no blog, a política do nosso país estava um pouco diferente de hoje em dia.

O fato é que, nos últimos anos, creio, eu venho notando um aumento no desconforto e raiva geral. Não entrarei em tantos detalhes sobre isso a não ser que o próprio texto peça, mas eu venho sentindo um certo aumento de intolerância. Então aconteceu de eu dar de cara com esse maravilhoso vídeo da Lorelay Fox, do canal Para Tudo:


É inegável uma espécie de corrente de ódio se espalhando por aí, muito por culpa de mídias sociais, devido a tooodo um mecanismo e ferramentas típicas desses sites. Falando em resumo, é extremamente fácil algo ficar viral no Facebook. E, também pelo Facebook ser uma ferramenta que, apesar de manter uma relação com o mundo exterior, cria uma bolha em si mesmo e as coisas ficam meio atemporais ali, além de expandidas, acaba sendo bem fácil criar o que apelidei de "turbas virtuais". Eu vi uma turba virtual pela primeira vez naquela comoção das manifestações de 2013, o "não são só 20 centavos",

Essas explicações todas que estou colocando neste post são todas apenas hipóteses minhas, ok? Imaginações, teorias, suposições. Não fiz pesquisa alguma para confirmar essa sensação de maior intolerância, ou de que exista turba virtual, ou que no Facebook tudo fique isolado e atemporal.

Enfim, eu penso nas mídias virtuais - ou melhor, na tecnologia - como uma ferramenta. Como ferramenta, ela expande e maximiza algo que a gente já tem na gente. Ou até nos contagia, por meio dessa maximização.

Tentando ir ao ponto e relacionar de vez com o vídeo da Lorelay, acho que mídias sociais são um baita mecanismo para aumentar ódio e espalhar intolerância. É claro que existem outros aspectos, mas não vai caber falar deles aqui ou o texto não termina nunca.

Não é exatamente novidade pessoas contarem que não entrar em alguma mídia social faz muito mais bem à pessoa do que entrar. Tenho conhecidos que andaram evitando internet (Facebook) em situações X ou Y. Ou pessoas que "higienizam" a própria Timeline, tentando não ler certas coisas que vão mexer com a estabilidade emocional ou psicológica da pessoa. Ou, mesmo que não tenham consequências enormes, que no mínimo tirem da zona de conforto.

Eu vou falar um pouco de forma bem subjetiva sobre tudo o que vem acontecendo: nas últimas semanas antes do meu aniversário, eu andei me sentindo estressada, cansada e mau-humorada. Eu normalmente não sou um exemplo de calma, mas no geral eu costumo não ser muito brigona. Mas no último mês até brigona eu andei me tornando. Comentários que normalmente não me deixariam defensiva deixavam, assuntos que normalmente não me incomodariam incomodaram e, em mais de uma vez, na tentativa de não ir tretar no Facebook com alguém aleatória por razões pouco justificáveis, eu fiquei com a raiva guardada e meio acumulada e acabei descontando em pessoas queridas. Acabei me irritando com pessoas que amo, também porque já estava com esse estresse na cabeça. Ou até porque não sabia canalizar essa energia violenta para algo produtivo.

Isso foi profundamente desorientador para mim, porque eu não gosto de falar coisas chatas ou de magoar pessoas. Mas lá estava eu, querendo me meter em assuntos que nem tinham a ver comigo e querendo ainda discutir com a pessoa.

Pela maior quantidade de brigas que tenho presenciado e ouvido falar, fiquei com a sensação de que essa intolerância está se espalhando de forma meio viral. Pessoalmente eu creio que seja reação ao estresse quanto a tudo que tem acontecido. Um certo extremismo de discursos para todos os lados.

Eu consigo notar certo nível de intolerância crescendo e, como a Lorelay diz, às vezes nem é questão de se colocar contra alguém conservador ou preconceituoso. É, às vezes, também acabar vendo posicionamentos um tanto agressivos de pessoas com quem normalmente você concordaria. Não sei explicar bem, mas uma raiva e uma tensão tem tomado espaço em certos discursos. Que, em outras épocas, já foram mais abertos. Por exemplo, você falou sobre futebol com alguém três anos atrás e foi falar de novo agora e, apesar da pessoa ainda ter o mesmo posicionamento, essa opinião ficou mais extrema.

Enfim, notar tudo isso tem sido bem perturbador para mim. Acho que a coisa mais perturbadora foi notar como a intolerância exterior pode criar uma intolerância e violência interior, em mim mesma. É claro que existem teorias formais sobre isso, até uma literatura e imaginário a respeito (Jogos Mortais, oi), mas sentir isso em si mesmo é uma experiência diferente.

Também veio sendo perturbador notar pessoas queridas manifestando os mesmos sintomas que eu.

É super-natural se revoltar diante de realidades ou afirmações que soem intolerantes ou injustas. E é saudável até tentar lutar contra isso.

Mas eu queria pedir aqui que a gente prestasse atenção e passasse a dar maior importância em se preservar em certas situações. Começar a perceber como a gente, mesmo que sem querer, acaba dando manutenção para certas revoltas. Uma das coisas citadas pela Lorelay e que faz profundo sentido é: para quê compartilhar algo revoltante só para dizer "vejam que absurdo isso!!!"? Existe o lado de desabafar, mas não tem como desabafar sem veicular aquele conteúdo? Eu saí de diveeersos grupos, em especial veganos e feministas, porque o que era para seguir a proposta inicial de debater coisas variadas, acabou virando uma espécie de timeline pessoal de certos membros e um muro das lamentações. Não saíam debates produtivos dali, saíam apenas repetições do exato mesmo pensamento, e manifestações de revolta a algo que realmente enojava.

Queria pedir para que nós tentássemos pensar em formas mais produtivas de usarmos nosso Facebook. Em especial, formas que não disseminem ódio e mal-estar. Até mesmo para divulgar veganismo e o fato de animais morrerem e etc tem como não ser gráfico e não compartilhar vídeos ou fotos explícitas.

Acho que eu tenho muito mais a falar ou pensar sobre isso, mas por enquanto vou ficando por aqui, porque é um assunto muito pesado, muito longo, e tentarei trabalhar mais esse tema por meio de vídeos.

Eu queria ter procurado falar deste tema de forma mais leve e mantendo o bem-estar que o vídeo da Lorelay traz, mas acabou se tornando uma espécie de desabafo com devaneio, em tom mais para melancólico que para positivo, me desculpem... >_<

Então eu vou deixar aqui no final uma imagem motivacional com minha frase favorita do Dumbledore:

"É possível encontrar a felicidade mesmo nas horas mais sombrias,
se lembrar de acender a luz"

Essa luz todos nós podemos acender, para tentarmos não disseminar o ódio por aí. Eu realmente creio que tem como falar de quase qualquer coisa sem precisar criar ódio e intolerância, apenas cuidando para fazer um discurso positivo ou não-extremado.

Beijos de luz pra todo mundo ☆

sábado, 11 de junho de 2016

Diário da semana: meu aniversário de 23 anos!

Olá!

Vamos aqui aos que seriam os dias 29 de Maio a 5 de Junho. Mas como foi meu aniversário, falarei exclusivamente sobre ele, mesmo que ainda dando um panorama da semana.


 Dias 29 a 31 

Bom, eu andava bem desanimada, confesso. Me desentendi com o namorado e toda essa energia negativa que tem permeado notícias e Facebook me afeta demais. Eu não estava me sentindo muito festiva.

Eu fiquei lendo Costa dos Murmúrios, da Lídia Jorge (pretendo fazer resenha do livro), porque tinha que apresentar um seminário sobre ele na quinta-feira (dia 2 de junho).


Também me diverti um pouco com Cocoppa, estava em evento e tal, consegui uma boa quantidade de itens.

                  

                  

Também (de novo!) aproveitei para comprar um novo caderninho e uma caneta dourada que estava me paquerando. Este caderno servirá apenas para planejamentos das minhas postagens aqui e para mais uma surpresinha.

Além de tudo, ainda ganhei um presente de aniversário de um dos caras que mora comigo.

                  


 Dia 1 de Junho 

Este era o dia em si em que eu fiz 23 anos. Eu combinei que, depois da aula (só tenho aula de manhã na quarta), eu me encontraria com meu tio para pegar carona até a casa dos meus tios e comemorar por cima o aniversário lá. Acabou que minha professora faltou, então tive como passear pela feirinha da UFSC e fazer uma boquinha. A feirinha tem uma variedade muito grande de comidas veganas.

Joguinho de Sailor Moon

UFSC <3





Como fiquei muito empolgada aproveitando com meus parentes (tio, tia e prima), só consegui tirar foto do bolo. Minha tia usou receita de muffin de framboesa, mas usando mirtilos. Ficou MA-RA-VI-LHO-SO. A foto ficou um pouco pálida, mas na vida real estava realmente muito lindo. Também rolou brigadeiro.






Dias 2 e 3 de Junho 

Tive a tal apresentação do seminário. Fomos bem, apesar do nervosismo. Aconteceu que minha caneta preta acabou, então tive que ir para uma papelaria comprar uma nova. Ao entrar lá, vi uma borracha que há anos procurava e nunca encontrava: uma espécie de "lapiseira" de borracha, com refil, mas bem fininha. Me dei de presente a borracha na hora! Estou querendo voltar a desenhar!



 Dias 4 e 5 de Junho 

Aí fica especial de vez e foi quando eu me animei de verdade. Eu combinei de ir para a casa da minha tia de novo, passar o fim-de-semana, junto de uma amiga, a Mariana. Eu tinha convidado o Allan e ela para passarem a comemoração do meu aniversário na casa dos meus tios. Allan não pôde vir, mas a Mari conseguiu. Ela dormiu de sábado para domingo lá.

Como a Mari nunca tinha ido para a casa dos meus tios, eu decidi ir com ela de ônibus. Foi super-divertido. Nos encontramos às 9:30 da manhã no TICEN, chegamos nos meus tios às onze e pouco da manhã. Deu até para ajudar no almoço.

Daí pouco antes do almoço a minha surpresa maior chegou! Meu pai e minha madrasta vieram passar a comemoração de aniversário comigo! Baita super-surpresa!

Vou deixar que as fotos falem por si mesmas. Foram muuuuitas (algumas graças à Mari!), dos dois dias. Estão em ordem. Meu pai e a Maria (minha madrasta) foram embora às 3 da tarde de domingo. Deu para aproveitar.

Enfim: tentei tirar aí no meio umas fotos meio artísticas, tentei em outras apenas captar o que acontecia, queria fazer todo mundo caber nas fotos. Também tirei fotos com meu pai, com a Mari e com a minha prima. Faltaram minha tia, meu tio e a Maria.

Papai, Mari (ao fundo), minha tia (de costas) Maria e Alice (sentadas)

Minha prima Alice comendo maçã e Maria bebendo cerveja

Papai e Mari 

Minha tia 


Foto linda do bolo 1 


Não tínhamos vela para fazer o 23. Maria deu um jeito.
Achei que o bolo ficou bem artístico.



Mari e eu 

Papai e eu mais "engessados"

Aqui mais à vontade 

Aqui um abraço que eu serei sempre MUITO grata pela Mari ter fotografado 
Eu não fazia ideia de que ela estava fotografando.

Mais outra foto emocionante. É o mesmo abraço 

Só nas tecnologia.

Foto artística 

Eu e a Alice 
Meu cabelo tá o ó do borogodó, mas relevemos.

Jogamos Scotland Yard!
Ninguém ganhou.

Ficou borrada e estranha, mas é mais uma foto que a Mari tirou
e que mostra interações especiais entre eu e meu pai 

E o que mais teve? Comida, claro! Aqui também tem por cima as informações do que eu como.





Almoço do dia deles irem embora.

Teve beringela à parmegiana do meu tio

Isso é uma pasta de grão de bico. Sabe a sopa de grão de bico
da foto mais acima? Pois é.

Macarrão, lentilha, beringela, cenoura, batata e alho assados.
Com salada de alface.
Tava MA-RA.

 Presentes~ 

♣ Chaleira (presente do meu pai e da Maria)


♠ Livro sobre pessoas trans (presente da tia Cris)


♥ Pijama (presente do papai e da Maria)


♦ Bolsinha para guardar celular e moeda (presente da Maria)


♣ Cartão fofíssimo de carinho (presente da Mari)



♠ Marca páginas de ovelhinha (presente da Alice)



Ufa! Que postagem enoooorme. Espero que tantas fotos não tenham ficado cansativas de ver, realmente espero que esta postagem não esteja cansativa de forma alguma. 

Como vocês podem imaginar, tanta festa e alegria e surpresas boas e comidas gostosas e boas companhias me deixaram muito mais empolgada e pronta para enfrentar os próximos dias! Se reunir com pessoas queridas traz muito calor no coração. Foi um baita aniversário.

Ah, e fiquei na casa dos meus tios até esta terça.

Logo devo aparecer com mais postagens! Muito obrigada por lerem!